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Livros

 

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A águia e a galinha
Uma metáfora da condição
humana.
(Leonardo Boff)

"Cada um hospeda dentro de si uma águia. Sente-se portador de um projeto infinito. Quer romper os limites apertados de seu arranjo existencial. Há movimentos na política, na educação e no processo de mundialização que pretendem reduzir-nos a simples galinhas, confinadas aos limites do terreiro. Como vamos dar asas à águia, ganhar altura, integrar também a galinha e sermos heróis de nossa própria saga? Este livro sugere caminhos, mostra uma direção e projeta um sonho promissor".

 

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A Invasão
(Dias Gomes)

"Dias Gomes em A Invasão segue uma linha criadora da mais significativa importância social ao focalizar o drama intenso e amargo dos sem-casa.
O teatro de Dias Gomes vai à raiz dos problemas que afligem a população brasileira e, conseguindo equacioná-los de forma clara, coloca suas soluções ao alcance de todos aqueles que busquem resolvê-los realisticamente".

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O Céu já tem anjos demais
Educação para o trânsito
(Rosane Frerichs)


"O céu já tem anjos demais vem preencher um espaço até então desatendido. Os jovens são, sem dúvida, o maior número de agentes e de vítimas dos acidentes de trânsito em nosso país.
Com uma linguagem leve e coloquial, rica em expressões jovens, colocando-lhes sutilmente mensagens positivas de prudência, respeito e amor aos semelhantes, além de induzi-los a evitar o egoísmo, a prepotência, a agressividade e a bebida alcoólica ao dirigir veículos, Rosane Frerichs demonstra como é vantajoso obedecer e respeitar as regras e a sinalização de trânsito, garantia da ordem social, dos direitos individuais e da própria vida".

 

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Sonho de uma noite de verão
(William Shakespeare, com
adaptação em português de
Ana Maria Machado)

"Há quem diga que todas as noites são de sonhos. Mas há também quem garanta que nem todas, só as de verão. No fundo, isto não tem muita importância. O que interessa mesmo não é a noite em si, são os sonhos. Sonhos que o homem sonha sempre, em todos os lugares, em todas as épocas do ano, dormindo ou acordado. E, entre todos eles, talvez nenhum tenha ficado tão famoso quanto este, o Sonho de uma noite de verão".

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Iracema
(José de Alencar)

"Poesia inteiramente brasileira, haurida na língua dos selvagens.
Lábios de mel, cabelos negros como graúna, sorriso doce como o favo da jati. Fascinado por tamanhos encantos, Martim, o valente guerreiro branco, apaixona-se por Iracema, a virgem tabajara.
A lenda da fundação do Ceará narrada com tocante singularidade por Alencar. Um poema de exaltação à natureza e à força das tradições indígenas".

 

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Oito contos de amor
(Lygia Fagundes Telles)

"O amor transforma uma simples ajudante de cabelereiro na persistente Pomba Enamorada, numa espera sem fim. Um homem à beira da morte vê num colar de pérolas a saída para suspender o esquecimento inevitável da mulher que ainda é sua. A lembrança do primeiro amor de uma menina atravessa os anos encerrada num enfeite de cerejas de cera. Uma bolha de sabão paira no ar, transparente, fregilíssima, e no entanto impenetrável.
Banal, sublime, vago, fulminante... O amor tem todas as formas e está em toda parte. Mas é sempre mistério. Lygia Fagundes Telles, com a mestria de sua arte, sonda as profundezas desse abismo. Não para desvendar-lhe o segredo, mas para nele mergulhar o leitor. Nos oito contos deste livro, mesmo quando não mencionado, o amor é o personagem principal".

 

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Senhora
(José de Alencar)

"Seria o dinheiro capaz de acabar com uma paixão? A envolvente história de encontros e desencontros entre Aurélia e Fernando mostra uma das respostas possíveis a esta indagação sempre atual, dada por José de Alencar. Romance de costumes que reflete a decadência de valores do Segundo Império, Senhora representa o auge da ficção urbana do autor".

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Marília de Dirceu e
Cartas Chilenas
(Tomás Antônio Gonzaga)

"Esta coletânea reúne os melhores trechos da obra poética de Tomás Antônio Gonzaga (1744-1810). Escrita sob o signo da dor causada pela separação da amada, Marília de Dirceu revela ao leitor um universo lírico e sentimental repleto de paisagens e temas bucólicos. Já as Cartas Chilenas criticam, em tom de sátira, a corrupção e o despotismodos governantes".

 

 

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Dom Casmurro
(Machado de Assis)

"O marido, a mulher, o amigo íntimo. Adultério? Esta dúvida, que corrói o espírito do narrador de Dom Casmurro, pode ser esclarecida? Neste romance, Machado de Assis propõe um surpreendente enigma, enquanto focaliza com habitual ironia a sociedade de seu tempo e apresenta algumas das personagens mais perfeitas da ficção brasileira".
   Clique na figura ou no nome do livro para pegar o resumo

 

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O Cortiço
(Aluísio Azevedo)

"O cotidiano miserável de uma habitação coletiva em fins do século passado, apresentado com uma objetividade implacável, é o centro da trama de O Cortiço. Obra máxima de Aluísio Azevedo, este romance representa a maturidade de um escritor preocupado em registrar e analisar à luz da Ciência as mazelas da sociedade brasileira".

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