\n'; document.write(barra); } } changePage();
Pré-História
- Civ.
Mesopotâmicas -
Civ.
Egípcia -
Civ.
Grega -
Rev.
Industrial - Rev.
Russa
--------------------------------------------------------
1ª
Guerra -
2ª
Guerra - Reciclagem
do lixo -
Perspectiva
- Prêmios
Nobel -
Trabalhos
-
Livros
- Links
--------------------------------------------------------------------------------
Frases
- Curiosidades
- Maceió
-
CEP
- Cigarro
-
Busca
- Sobre
a HP - Sobre
o autor -
e-mail
Curiosidades
A origem da expressão "fulano é de esquerda"
Expressão criada a partir da Revolução
Francesa (17891799). Na França a sociedade estava dividida em três estados, assim classificados: 1º estado,
2º estado e 3º estado. Faziam parte do primeiro estado o clero que, por sua
vez, se dividia em alto
clero (bispos e abades com nível de nobreza) e baixo clero (padres e vigários de baixas
condições). No segundo estado estava a nobreza. Costuma-se dizer que o 3º
estado era tudo e nada. Mais numeroso
(aproximadamente 98% da população), era constituído pelos burgueses que insatisfeitos
por terem que bancar o rei, o clero e a nobreza com o peso dos impostos e contribuições
queriam uma reforma, principalmente no que diz respeito a abolição dos privilégios e a
instauração da igualdade civil, ou seja, eram tudo por se constituir na grande
massa esmagadora e nada por não possuírem privilégios. Bem, com essa introdução vamos a origem da expressão.
Tomada a Bastilha, na época da
Convenção, girondinos (alta burguesia) e jacobinos (baixa burguesia e o povo)
se reuniam para decidirem entre os planos da revolução, o futuro do rei
deposto Luís XVI (o qual, diga-se de passagem, após tentar fugir foi preso e
morto na guilhotina). Do lado esquerdo do salão localizavam-se os jacobinos
que, sendo esses os que queriam alterações buscavam sempre discussões contrarias aos
girondinos, portanto,
"fulano é de esquerda", ou seja, o que é contrario a ordem vigente
ou liberal.
A maior agência de notícias do mundo, CNN, compara FHC com Gorbatchev
"Amado no exterior e
impopular em seu país" essa foi a comparação inteligente usada pela CNN para
comparar o atual presidente do Brasil, Fernando Henrique Cardoso (FHC), com o
ex-presidente da extinta URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) ou
simplesmente União Soviética, Mikhail Gorbatchev. A popularidade de Gorbatchev andava
tão em baixa que ele só estava sendo convidado para festas e jantares diplomáticos por
conta de sua esposa que diziam ter um belo par de pernas. Enquanto internamente sua
política tinha gerado tensões formando dois grupos: um mais conservador e outro mais
liberal. Começava assim o desmembramento da União Soviética.
No Brasil, talvez nunca um vice-presidente da
república tenha exercido tanto o cargo interino de presidente. FHC quando não está na
Europa anda pelos países componentes do MERCOSUL.
"Nada arranha a imagem de Fernando
Henrique lá fora! Nem a sombra mais tenebrosa da tragédia da Rua Jardim Botânico roubou
do presidente a honraria que no dia 14 de junho lhe foi conferido na Espanha: a medalha
Príncipe de Astúria acompanha um cheque de US$ 30 mil!" * Nem o fantasma,
quase que real do apagão (há quem diga que o apagão é inevitável e que FHC
estaria elaborando o plano só para mais tarde jogar a culpa na população por
não ter economizado). Claro que o racionamento é necessário neste período
que os reservatórios estão bem abaixo da sua capacidade, mas essa hipótese
não soa de um todo ilusória.
*Parágrafo extraído e adaptado da seção Humor da Revista Época, Nº 109 de 19 de junho de 2000.
"O Brasil não vai de mal a pior, vai de mal a menos mal"
O que leva um presidente da república a dizer que seu país está indo de mal a menos mal e não de mal a pior como indicaram? Mas na verdade antes de sua primeira eleição todos já sabiam que ele era um neoliberal convicto, ou seja, o plano de governo dele é essencialmente voltado para as relações exteriores e não para os problemas internos do Brasil, tais como: moradia, saúde, segurança, educação, desemprego etc. o que foi, salvo engano, a base de sua campanha eleitoral - a mãozinha espalmada, lembram? Para o nosso presidente, controlar a inflação é suficiente para que seu governo tenha sucesso. Controlando a inflação dá uma idéia de moeda forte lá fora e é isso que um neoliberal pretende. Sem contar é claro as privatizações. O liberalismo defende, antes de tudo, o fim da intervenção do estado na economia. Mas nem por isso vamos vender todo o nosso patrimônio, não é?
Cargos trocados O ministro da Saúde é
economista competente, mas desmaia quando vê sangue. O ministro da Agricultura entende
tudo
de exportação, mas não distingue um pé de couve de um pé de alface. O ministro do
Trabalho e Emprego é tributarista de mão cheia, mas nunca viu um desempregado. O da
Defesa comanda o Exército, Marinha e Aeronáutica, mas é jurista e nem prestou serviço
militar. O do Desenvolvimento, Indústria e Comércio é banqueiro e sempre se
especializou na cobrança de altíssimos juros sobre indústrias e comerciantes. O
ministro do Turismo e Esportes é fazendeiro. A isso se explica o fato de o presidente ser
um sociólogo.*
*Parágrafo extraído e adaptado da revista Manchete, nº 2.515, 01 de julho de 2000.
Curiosidade à parte
Você sabia que o risco de um asteróide colidir com a Terra é maior do que se morrer em uma queda de avião? Pois é, e ainda tem gente que tem medo de avião.
Por que o Brasil entrou na Segunda Guerra Mundial?
A desculpa dada por Vargas por ter declarado guerra aos
alemães foi um possível ataque submarino à costa brasileira. Farsa! A história
volta a repeti-se como na guerra do Paraguai onde a Inglaterra fez o papel de
incentivador para derrubar um país que não dependia economicamente dela e o índice
de analfabetismo era quase nulo.
|
|
Apenas fêmeas
Partenogênese é o
processo de desenvolvimento de um embrião a partir de um óvulo não fecundado.
De modo que algumas raras espécies de vertebrados possuem apenas exemplares fêmeas.
Para amadurecer os óvulos e dar origem a novos indivíduos, essas fêmeas têm
que simular o ato sexual. Essa simulação leva o cérebro delas a produzir o
hormônio necessário ao amadurecimento. Resultando desse processo apenas
cromossomos “X”, ou seja, apenas filhotes fêmeas. É a natureza dando um
jeitinho a um caso que aparentemente não teria solução, o que levaria a extinção
da espécie.
O único caso de partenogênese conhecido na espécie
humana foi o de Maria, mãe de Jesus. Segundo a Bíblia, Maria ainda era virgem
após ter engravidado.
500 anos de exploração
Primeiro eu gostaria
de mencionar a suposta descoberta do Brasil:
Se em 1494 havia sido assinado o Tratado
de Tordesilhas (tratado este assinado pelos reis de Portugal e Espanha para
repartir as terras descobertas) como só apenas em 1500 Portugal afirma ter
descoberto o Brasil?
A expansão comercial e marítima na
Europa visava a busca de novas riquezas para abastecer o sistema mercantilista
que estava em crise. De modo que a posse de novas terras saturadas de matéria-prima
era imprescindível. Ou seja, mesmo que os portugueses não tivessem certeza da
existência dessas terras, eles pelo menos desconfiavam. Além desses fatos
ainda há o do conhecimento que os portugueses tinham dos mares.
Mas vamos ao que interessa. Esse ano o
Brasil “comemorou” os 500 anos de “descobrimento” (na verdade de posse).
Para não alongar muito esta matéria, não irei tratar do fiasco da caravela
construída e superfaturada, diga-se de passagem, para as festividades.
O Brasil é um país de milhões de miseráveis
(aqueles que não tem onde morar, ou até o que comer), o índice de desemprego
sobe sem controle, os serviços sociais, tais como: saúde, moradia, segurança
etc. não são tratados com a devida importância, conseqüentemente o Brasil
ainda é um país subdesenvolvido.
Mas esses problemas ainda derivam do
processo histórico de colonização brasileira. Os portugueses vieram aqui,
dizimaram a cultura indígena, bem como a população, devastaram nossas
riquezas minerais, vegetais e animais e quando não tinham mais como explorar,
desistiram e cederam (de forma complicada é lógico, mas cederam) a independência.
Aí vem um político, estudado, consciente desse
processo e lança cédulas comemorativas aos 500 anos de Brasil. Até aí tudo
bem, mas daí estampar o rosto de Pedro Álvares Cabral na parte frontal da
nota, é demagogia. Tínhamos que ter orgulho de nossas riquezas culturais. O
Brasil é um país com pura miscigenação racial, musical, literal etc. Tínhamos
que colocar qualquer elemento que representasse bem isso, mas não, colocam a
foto de um explorador inescrupuloso para fazer média com os portugueses.
Porque, tenha orgulho quem quiser, eu nunca terei desse sórdido devastamento de
valores culturais.
|
|